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Movimento para salvar a Lagoa ganha adesão de novos membros

Em 25/11/2010 às 11h42


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Luta pela despoluição da Lagoa de Imboassica ganha Luta pela despoluição da Lagoa de Imboassica ganha
Desde que foi lançado, por meio da reunião realizada no último dia 18, no auditório do Nupem, o movimento “SOS Imboassica - Projeto Lagoa Viva” vem ganhando a adesão de novas pessoas que defendem a proposta de despoluição das águas do recurso hidrico, essencial à manutenção do equilíbrio ecológico do ecossistema da região.

Junto com os representantes de entidades como Macvela, Associação Macaense dos Engenheiros e Arquitetos (Amega), Ministério Público Federal, SOS Pecado, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Empresa Municipal de Saneamento (Esane), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que estiveram presentes no primeiro encontro liderado pelo engenheiro civil Ubiracy Jardim e pelo professor Francisco Esteves, comerciantes e frequentadores da Lagoa - que participaram da história do recurso hídrico - abraçaram o movimento que já planeja a busca pelo desenvolvimento de ações efetivas, através da cobrança da iniciativa do poder público.

Unido ao conhecimento técnico de especialistas em ambientalismo e engenharia que já planejam estudos com a finalidade de propor o atraso do processo de degradação ambiental sofrido pela Lagoa nos últimos 35 anos, a sabedoria popular de quem acompanha e vislumbra diariamente a beleza natural de Imboassica, aumenta ainda mais a importância e força do movimento que defende a proposta de tornar o local novamente balneável.

Após sofrer grandes prejuízos com a mortandade de cerca de sete toneladas de peixes e, consequentemente, a intensa proliferação de mosquitos, fenômenos registrados no ano passado, os comerciantes que atuam na região da Lagoa defendem a abertura da barra que separa a água doce, do mar antes do início da temporada do verão.

O procedimento contribuiria com a limpeza do fundo da Lagoa, eliminando assim sujeiras e impurezas geradas pelo despejo in natura de esgoto e outros materiais orgânicos.

A junção da água doce com a salgada, em períodos de cheia da Lagoa, foi defendida pelo ambientalista Francisco Esteves, através de um processo natural de abertura da barra. No entanto, ele condenou a realização do procedimento de forma artificial, o que pode prejudicar a fauna do recurso hídrico.

Monitoramento

Com a aproximação do período das chuvas de verão, a equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente segue realizando o monitoramento do nível das águas do recurso hídrico.

Além disso, a equipe técnica efetua também o controle das taboas, plantas que se desenvolvem diante da abundância de materiais orgânicos, ocasionando assim a ocupação da área da Lagoa e interferindo na biodiversidade de Imboassica.
“Estamos efetuando também outros estudos como forma de controlar o ecossistema local. Estamos engajados no projeto e buscamos fazer a nossa parte”, afirmou o secretário municipal de Meio Ambiente, Maxwell Vaz.

Autor: Márcio Siqueira | marcio@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


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