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Descaso: praça principal do Aeroporto pede socorro

Em 29/09/2011 às 13h09


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Inaugurada no início da década de 90, a Praça Luiz Edmundo da Silva Pinto, localizada na Rua 30, uma das principais áreas de lazer do bairro Parque Aeroporto, vem sendo alvo de críticas dos moradores. As principais reclamações são: falta de capina e manutenção nas quadras de esporte, muros e paredes pichadas, insegurança e abandono. 

Outro problema está sendo a invasão dos moradores de rua no local. 
No entanto, os usuários da praça afirmam que pintura não basta, pois o espaço de convívio social precisa de maior atenção por parte da administração municipal. A primeira reclamação foi feita em janeiro e o jornal O DEBATE mostrou a situação de abandono em que a praça se encontrava. No mesmo mês, equipe da Secretaria de Limpeza foi enviada ao local e limpou a praça. 

Palco de muitas festas ao longo de sua história e um local que era para ser ponto atrativo do bairro tornou-se motivo de preocupação para quem usa e gosta do espaço. Além da deterioração, a praça  nos finais de semana virou ponto de uso de drogas. 

Segundo os moradores, há anos que a praça não recebe reforma e nem manutenção, apenas a tradicional “pintadinha” nos dias de eventos. Os sinais de abandono são visíveis. Piso afundando, fiação elétrica à vista, bancos quebrados, lixo, sem iluminação. Para piorar, os brinquedos estão enferrujados ou danificados, e as telas de proteção da quadra de esportes está praticamente toda arrancada. 

A dona de casa Isabel Soares Barbosa, 33, costuma levar o filho, de 4 anos, para brincar na praça. Para ela, a atitude da prefeitura, de podar o mato, ajuda, mas não resolve o problema do abandono. “Não deixo meu filho brincar no parquinho, pois tenho medo de que se machuque em um dos ferros retorcidos”, disse Isabel. 

O operador de produção Davi Augusto Silva, 34, mora em frente a praça e afirma que sua única insatisfação é quanto aos brinquedos do parque. “A limpeza é feita de vez em quando, mas falta arrumar as quadras e os brinquedos”, apontou Silva.  

Para o professor de escolinha de futebol, Vinícius Vitorino, a infraestrutura do campo é precária. “Cerca de 60 alunos participam de treinamentos todos os dias, mas a situação da quadra compromete o rendimento dos atletas”, disse o professor. 
De acordo com o subsecretário de Manutenção (Seman), Marcelo Queiroz, ainda esta semana uma equipe vai ao local para fazer um levantamento necessário. Após a vistoria, a praça vai passar por uma reforma geral. 

Autor: Cristian Kupfer/ cristiankupfer@odebateon.com.br


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