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Obra parada no Novo Cavaleiros

Em 20/10/2011 às 14h52


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Um forte odor parte do lamaçal em frente as empres Um forte odor parte do lamaçal em frente as empres
Moradores e comerciantes da Rua Sinésio Trindade Coelho, no bairro Novo Cavaleiros, voltam a reclamar da situação de abandono que o poder público deixou no local. Cansados de conviver com vazamento de esgoto pelas vias, desde abril, eles buscam uma solução para acabar com o problema. Populares afirmam também que algumas secretarias tentaram consertar, mas depois de alguns dias, o buraco na rua volta a jorrar esgoto. Além do mau cheiro, há o perigo de alguém cair em algum buraco. 

De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Novo Cavaleiros (Amonca), Dirant Ferraz, todo ano esse 'episódio' se repete. Os prejudicados são os motoristas, que têm os veículos danificados e os trabalhadores que acabam pisando em água contaminada por esgoto.   
“Tenho cobrado constantemente ao governo municipal para promover melhorias no local, mas infelizmente ninguém vê resultado. Três meses atrás a Empresa Saneamento e Esgoto (Esane) esteve no bairro e ficou acordado que as caixas de passagem que ficam instaladas no meio da rua, fossem transferidas para as calçadas, evitando que manobras de caminhões danificassem as mesmas”, disse Dirant. 

Ele comenta ainda que a Esane repassou o problema da via para a Secretaria de Manutenção (Seman), já que a rua precisa de uma reforma ou até mesmo uma manutenção geral. “No final do mês  passado, a Seman enviou uma equipe para fazer reparos em alguns buracos e não voltou para concluir o serviço. Achamos que não adianta mais alegar que a rua recebe tráfego pesado. A via é muito movimentada por caminhões, ônibus e carretas, portanto precisa de um serviço de qualidade e não conserto paliativo”, destaca o presidente da Amonca.  

O esgoto forma uma grande poça pela rua até atingir algumas partes das calçadas. “Na hora da refeição não temos apetite para fazer uma refeição, já que o problema é quase no portão da casa”, declara Isaías Gomes Guimarães, que enfatiza ainda: “Tem que fechar porta e janela e nem assim resolve”, reclama. 

O empresário Sérgio Rodrigues, também reclama da falta de atenção. O esgoto a céu aberto fica praticamente na entrada da empresa e reconhece que a ausência de higiene do local atrapalha até mesmo visitas de outras empresas.

Autor: Cristian Kupfer/ cristiankupfer@odebateon.com.br

Foto: Cristian Kupfer


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