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OGX vai realizar Audiência Pública

A reunião será realizada no dia 21 de novembro, no Grussaí Praia Clube, às 18h, em Grussaí, em São João da Barra

Em 27/10/2012 às 12h34


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A audiência será sobre o Escoamento da Produção de petróleo nos Blocos BM-C-39, BM-C-40 e BM-C-41 A audiência será sobre o Escoamento da Produção de petróleo nos Blocos BM-C-39, BM-C-40 e BM-C-41
A empresa OGX, parte do grupo EBX, dirigida por Eike Batista, está promovendo uma audiência pública no dia 21 de novembro para discussão do Desenvolvimento e Escoamento da Produção de petróleo nos Blocos BM-C-39, BM-C-40 e BM-C-41.

Desta forma, no dia 17 de outubro, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) divulgou a data da audiência pública para "a discussão dos Estudos de Impacto Ambiental e Respectivos Relatórios de Impacto Ambiental", constava na publicação do Diário Oficial da União.

A reunião será realizada no Grussaí Praia Clube, às 18h, na Av. Liberdade, S/N, em Grussaí, em São João da Barra. Em diversas localidades estão disponíveis cópias do Estudo de Impacto Ambiental. Em Macaé, pode ser encontrado na Secretaria Municipal do Ambiente, na PARNA da Restinga de Jurubatiba, na Superintendência Regional Macaé e Rio das Ostras (SUPMA), secretaria Municipal da Pesca, Colônia de Pescadores (Z-3), Associação Mista de Pescadores de Macaé, entre outros.

No início de outubro, a OGX obteve autorização ambiental do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para início da perfuração nos blocos BM-C-37 e BM-C-38, na Bacia de Campos. 

"A autorização ambiental para perfuração nesses blocos nos possibilitará avançar com a campanha exploratória em uma região que hoje consideramos bastante promissora, com vários prospectos já identificados", comentou Luiz Carneiro, Diretor Presidente da OGX.

Em março de 2012, a OGX adquiriu 20% de participação adicional de sua parceira Maersk Oil nos blocos BM-C-37 e BM-C-38, em águas rasas da Bacia de Campos, e se tornou operadora desses blocos. Com essa transação, a OGX passou a deter 70% de participação nesses blocos, enquanto a Maersk Oil manteve os 30% restantes.

Como operadora dos blocos, a OGX pretende utilizar o conhecimento adquirido pela sua equipe técnica na Bacia de Campos, assim como duas de suas sondas, para prosseguir com a perfuração de poços pioneiros e de delimitação.  

Autor: Douglas Chaves douglaschaves@odebateon.com.br

Foto: Douglas Chaves


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