Cadastre-se e receba nossas novidades:

Notícias

Petrobras realiza visita guiada ao Laboratório de Rochas

Durante atividade na manhã de ontem, o Gerente da estatal, Marcelo Batalha apresentou o Laboratório considerado referência no estudo de geologia marinha

Em 18/08/2017 às 12h48


Versão para impressão
Enviar por e-mail
RSS
Diminui o tamanho da fonte Aumenta o tamanho da fonte

Marcelo Batalha ressalta que a Petrobras não sairá de Macaé Marcelo Batalha ressalta que a Petrobras não sairá de Macaé
Como parte das comemorações pelos 40 anos de produção da Petrobras na Bacia de Campos, completos no último dia 13, o gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Campos, Marcelo Batalha recebeu, na manhã de ontem (17), jornalistas da cidade e região para uma coletiva de imprensa. 
Os profissionais participaram de uma visita guiada ao Laboratório de Rochas da Petrobras da Bacia de Campos, considerado referência no estudo de geologia marinha no Brasil. 

Durante o encontro, Batalha falou sobre as quatro décadas da Bacia de Campos e disse que Macaé, considerada mundialmente como a Capital Nacional do Petróleo, tem hoje a principal estrutura física da companhia e que o principal centro de controle da estatal está no município. 

"Temos uma grande sinergia e conexão com Macaé que hoje comporta 30% do estoque da companhia. E posso garantir que a principal base à atividade offshore vai continuar sendo o município", disse o gerente, enfatizando ainda: "não há perspectiva de vocês se livrarem da gente". 

Na oportunidade, Batalha frisou que os contratos mais importantes que a Petrobras tem são os de concessão. "Então, especificamente para Marlim, nós conseguimos a renovação do contrato com a ANP até 2052 e isso nos abriu a possibilidade para planejar investimento para continuar produzindo essa concessão até esse período. Lógico que outras concessões estão passando por essa mesma avaliação interna e vamos ter essa discussão com a ANP, e havendo a possibilidade de extensão desses contratos vai cada vez mais se solidificando a nossa intenção de continuar produzindo na Bacia de Campos por longo prazo", ressaltou. 

O Laboratório de Rochas apresentado aos profissionais mantém um acervo com, aproximadamente, 50 mil caixas com amostras de rocha que registram 130 milhões de anos da Bacia de Campos. Na oportunidade foi mostrada à imprensa como são feitos os estudos geológicos desenvolvidos para auxiliar nas estratégias de descobertas de reservatórios e de desenvolvimento de campos, além da importância dos estudos para a geologia marinha de todo o Brasil.

Durante a visita foram mostrados aos participantes os estudos geológicos desenvolvidos para auxiliar nas estratégias de descobertas de reservatórios e de desenvolvimento de campos, além da importância dos estudos para a geologia marinha de todo o Brasil.

Marcelo de Almeida apresenta o Laboratório de Rochas composto por um acervo com aproximadamente 50 mil caixas com amostras  


Marcelo Almeida, gerente setorial do laboratório, falou da primeira descoberta de óleo ocorrida em 1974 e dos avanços da Petrobras até os dias de hoje, mencionando ainda a última descoberta anunciada no último dia 10 deste mês. 
"Esse laboratório guarda não só a história da Petrobras e da Bacia de Campos, mas é um acervo da União. Aqui temos amostras desde a primeira descoberta no Poço de Garoupa 2, a última amostra encontrada no Poço de Marlim - que hoje está passando pelo processo de limpeza de óleo e sal. O trabalho realizado aqui no laboratório consiste na gente análisar as rochas; analisar a qualidade que essa rocha tem para que ela tenha condições de armazenar petróleo. Na verdade o petróleo ocorre impregnado dentro da rocha e a qualidade dessa rocha é de suma importância para o desenvolvimento da produção e para as grandes descobertas. Se a gente tiver uma rocha que tenha capacidade de armazenar esse óleo, com porosidade e impermeabilidade necessárias, é que a gente chama de qualidade de reservatório. E isso já é um grande passo para uma descoberta. Então a grande importância do laboratório é avaliar a rocha para subsidiar os próximos passos para o desenvolvimento de produção até virar um campo de petróleo", explicou o gerente setorial do laboratório. 

Autor: Juliane Reis juliane@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


    Compartilhe:

Tags: geral, economia


View Site in Mobile | Classic
Share by: