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Abespetro apresenta hoje os novos indicadores da retomada offshore

Leilões da ANP e revitalização de campos maduros vão gerar impactos positivos sobre a cadeia local

Em 13/09/2017 às 18h44


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Representantes da cadeia produtiva do petróleo local avaliam novos indicadores de restruturação do setor de óleo e gás n Representantes da cadeia produtiva do petróleo local avaliam novos indicadores de restruturação do setor de óleo e gás n
Com a definição das 32 empresas inscritas para participar da 14ª rodada de licitações para blocos de concessão, que acontece neste mês, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), mais um passo para a retomada da indústria offshore nacional é consolidado, o que estabelece um novo cenário positivo para as empresas que participam da cadeia de atividades que sustentam os 40 anos de produção da Bacia de Campos.

E a garantia de investimentos no setor de exploração e de produção reforça a visão otimista do setor criada desde o anúncio da agenda de leilões que serão realizados pela ANP até 2019.

Esses e outros novos pontos que garantem a retomada do setor offshore brasileiro a médio e longo prazos serão discutidos na reunião conjunta, que será realizada hoje (13) pela Comissão Municipal da Firjan e pela Rede Petro-Bacia de Campos, que recebem o gerente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo (Abespetro), Gilson Coelho.
Ao trazer 'boas novas' para a cadeia produtiva do petróleo local, Gilson reforçará dados já avaliados pela Abespetro, que indicam um potencal de investimento na ordem de R$ 57 bilhões  para aumentar o fator de produção dos campos maduros, medida que pode extrair da Bacia de Campos e de outras regiões petrolíferas do país, mais de 2.2 bilhões de barris de petróleo.

"A perspectiva é bastante positiva para o setor. Vivemos hoje um cenário que projeta o grande potencial geológico do Brasil para as principais empresas do setor de óleo e gás do mundo. E isso vai ajudar a atrair investimentos e oportunidades de negócios para as empresas que estão em Macaé", disse Gilson.

À frente da agenda do petróleo nacional, a Abespetro faz uma interface entre a indústria e o governo federal, com objetivo de garantir que pautas importantes para o futuro do segmento de óleo e gás sejam, ao menos, discutidas.
E essa iniciativa garantiu a flexibilização da participação da Petrobras nessas novas rodadas de leilões da ANP, uma decisão que garante maior competitividade entre as empresas inscritas no processo, elevando assim o potencial de investimentos para novas áreas de exploração e de produção, tanto no pós-sal, quanto no pré-sal.

"Não há outro caminho, senão elevar a competitividade e garantir que esse potencial geológico seja explorado. As empresas querem investir. Faltava definir as regras do jogo", disse.

Hoje, a elevação do fator de produção das reservas em operação nos campos maduros também é viés importante discutido pela indústria offshore instalado no país, que possui a garantia, não apenas com a tecnologia, mas com a capacidade de investimentos das empresas prestadoras de serviços do petróleo que estão prontas para substituir as grandes operadoras de óleo e gás que miram a estratégia de desenvolvimento de projetos para o pré-sal.
"Vivemos sim um novo momento no mercado nacional do petróleo", disse Gilson.

A reunião que acontece hoje no Senai Macaé receberá também Antônio Batista, coordenador da área de óleo e gás do Sebrae.
Gilson Coelho aposta em novos investimentos para o mercado

Autor: Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br

Foto: Kaná Manhães


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Tags: economia


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