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Macaé deve arrecadar mais de R$ 9,1 bilhões em quatro anos

Apenas em um ano, orçamento da cidade deve aumentar em R$ 150 milhões após crise

Em 10/11/2017 às 15h19


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Audiência Pública realizada pela Câmara de Vereadores apontou a perspectiva de arrecadação da cidade até 2021 Audiência Pública realizada pela Câmara de Vereadores apontou a perspectiva de arrecadação da cidade até 2021
Alvo de discussão da audiência pública realizada pela Câmara de Vereadores no início desta semana, o projeto que prevê o Plano Plurianual (PPA) do município aponta que, de 2018 a 2021, Macaé deve somar mais de R$ 9,1 bilhões em receitas. 
Esse montante, indicado a partir de variáveis tributárias analisadas pelas secretarias de Fazenda e de Planejamento, se assemelha ao total arrecadado pelo município ao longo dos últimos quatro anos, durante a gestão do prefeito reeleito Dr. Aluízio Júnior (PMDB).

De 2013 a 2016, mais de R$ 9,060 bilhões foram arrecadados pelos cofres públicos. O ápice da prosperidade do petróleo para Macaé foi 2014, ano em que a cidade registrou R$ 2.399 bilhões, um número recorde.

Apesar dos impactos da crise, Macaé fechou 2016 com um volume significativo de receitas: R$ 2.161 bilhões.
Porém, pelo que indica o Plano Plurianual, esse declínio no orçamento municipal tende a se estagnar neste ano.
Para 2017, a prefeitura estimou arrecadar pouco mais de R$ 1.903 bilhão. No entanto, de acordo com avaliação de especialistas, o orçamento total deve ser fechado em pouco mais de R$ 2,1 bilhão.

E isso se deve ao aumento dos repasses dos royalties e da Participação Especial do petróleo, receitas que irão ajudar o município a atingir um novo patamar de arrecadação.

Em 2018, a cidade deve arrecadar R$ 2.041 bilhões, quase R$ 150 milhões a mais que o estimado para este ano.
Em 2019, o governo calculou que Macaé deve atingir a arrecadação total de quase R$ 2.213 bilhões. 
Já em 2020, os cofres públicos devem recolher mais de R$ 2.356 bilhões. Esse será o último ano da gestão do atual prefeito.

O novo ápice da arrecadação do município será 2021, quando a cidade deve recolher R$ 2.581 bilhões, iniciando não apenas uma gestão pública, mas um novo período de prosperidade.

Assim como o aumento da arrecadação, o município precisa avaliar também o crescimento das despesas, especialmente as constitucionais.

De acordo com o governo, as maiores despesas continuam sendo com a previdência, saúde, educação, urbanismo e administração (incluindo despesas com funcionários efetivos e comissionados). 
O total de gastos previstos com pessoal em 2018 é de 53,99% da receita corrente líquida - acima do limite prudencial (51,3%) e no limite da LRF (54%).

Números

2.041 bilhões
Total previsto pelo governo para ser arrecado pelo município durante o próximo ano

2.581 bilhões
Valor estimado como orçamento do município a ser alcançado em 2021

Autor: Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


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Tags: política


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