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Arrecadação bate R$ 1,736 bilhão e amarga queda

Apesar de receitas do petróleo seguirem em alta, volume total de recursos é menor do que em 2016

Em 13/11/2017 às 12h51


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Município arrecada menos que em 2016, mas encara a crise Município arrecada menos que em 2016, mas encara a crise
Macaé vem comemorando o resultado positivo na arrecadação das parcelas dos royalties e das cotas da Participação Especial (PE), que já renderam aos cofres públicos excessos que somam R$ 91 milhões. Porém, no geral, o desempenho orçamentário do município é inferior ao registrado em 2016, o ano da crise.

De acordo com dados do Portal da Transparência, Macaé perdeu R$ 67 milhões em receitas, de janeiro a outubro deste ano, em comparação ao mesmo período de 2016.

Enquanto no ano passado, a cidade contabilizou R$ 1.803 bilhão em 10 meses, em 2017, o governo registra uma arrecadação total de R$ 1.736 bilhão até outubro.

Além dos royalties, a arrecadação de Macaé neste ano só foi maior que 2016 com o Imposto Predial Territorial Urbano.
O IPTU no ano passado rendeu R$ 42,4 milhões. Neste ano, a arrecadação chega a R$ 43,6 milhões, um aumento de R$ 1,1 milhão.

Já as duas principais fontes de receitas próprias da cidade acumulam quedas neste ano, em relação a 2016.

No ano passado, o Imposto Sobre Serviços (ISS) rendeu R$ 514 milhões. Neste ano, a arrecadação chegou a R$ 425,4 milhões, uma queda de R$ 88,5 milhões.

O mesmo ocorre com o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que rendeu neste ano R$ 330,2 milhões. No ano passado, a arrecadação chegou a R$ 337,3 milhões, cerca de R$ 7 milhões a mais.
Mesmo com o desempenho menor que no ano anterior, a arrecadação de Macaé deve superar a previsão de R$ 1.903 bilhão.

Autor: Márcio Siqueira

Foto: Wanderley Gil


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Tags: política


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