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Ano começa com a maioria das praias liberada

Segundo o Inea, apenas Forte, Barra e Campista apresentaram índices insatisfatórios

Em 05/01/2018 às 12h44


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Fatores como as chuvas, por exemplo, podem influenciar na qualidade da água Fatores como as chuvas, por exemplo, podem influenciar na qualidade da água
Com a chegada do verão e das férias, muitas pessoas aproveitam os dias quentes e de sol para ir às praias da cidade. Macaé é uma das poucas cidades que têm o privilégio de ser cercada pelo mar, por lagoas, rios e cachoeiras. Mas toda essa diversidade natural tem seus prós e contras, como a poluição. Apesar de contar com nove praias, a situação da balneabilidade ainda tira muitos pontos do município.

Assim como as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, por exemplo, Macaé também sofre com o problema de ter praias liberadas e impróprias para o banho. Recentemente, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) divulgou o novo resultado das análises feitas nas praias macaenses.

Para evitar que a diversão se torne um problema de saúde, a população deve ficar atenta às praias recomendadas ou não para o banho. Os boletins de balneabilidade são divulgados a cada quinzena pelo órgão, que é responsável pela coleta e análise da água no Estado do Rio. 

Segundo o último boletim, o de nº 16, de 26 de dezembro de 2017, a maioria das praias está própria para o banho. Chama atenção que praias que, geralmente, apresentam índices considerados ruins pelo órgão estão liberadas, caso da Imbetiba e do Lagomar. Além delas, estão próprias também as praias do Pecado, Cavaleiros, Aeroporto e Barreto. 

Já a Praia Campista, pela primeira vez nos últimos três anos apresentou um trecho com índices considerados insatisfatório. Trata-se da altura da Avenida Atlântica, nº 1622. O mesmo acontece na Barra, onde  banho deve ser evitado próximo a Avenida Luíz Lírio, nº 253. Junto com elas, segue imprópria a Praia do Forte, na região central da cidade.

Vale ressaltar que a população deve evitar o banho nos locais que tiveram os índices reprovados, já que o contato com águas contaminadas por esgoto doméstico pode expor os banhistas a bactérias, vírus e protozoários. 

O Inea também aconselha que evitem tomar banho de mar, mesmo nas praias com bons índices, nas 24 horas após as chuvas, pois tais mudanças climáticas podem interferir na qualidade da água. Os banhistas devem evitar entrar na água em pontos próximos à saída da galeria de águas pluviais ou canais de drenagem. 

Autor: Marianna Fontes marifontes@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


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Tags: cidade


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